“Dia após dia, todo sacerdote apresenta-se e exerce os seus deveres religiosos; repetidamente oferecem os mesmos sacrifícios que não podem remover pecados” Hebreus 10.11
Vivemos em dias de religiosidade. Cultos muito bem planejados, com programações cronometradas dia após dia, mês após mês, ano após ano, e na maioria das vezes deixamos que o Senhor passe e não encontre em nós aquilo que Seu coração anseia: Adoradores que o adorem em espírito e em verdade.
“O senhor não vê como o homem vê! Ele está atento ao coração.”
Não importa quem somos, como estamos, ou como chegamos até o Senhor. Para adorá-lo em Espírito e em Verdade importa que cheguemos a ele com corações gratos, quebrantados e humildes. O quebrantamento é capaz de anular nossos pecados, pois o amor do Pai, sua graça abundante e sua misericórdia se renovam sobre nós a cada manhã.
Nossa vida de Cristãos não deve ser uma vida movida por sacrifícios religiosos e sim por atitudes de entrega, de liberdade ao invés de cronômetros, de dependência ao invés de auto-suficiência, de amor ao invés de negociações.
Desde a Criação, o Senhor espera que seus filhos o vejam como PAI..
Cheguemos ao Senhor como crianças desesperadas por um afago, com simplicidade e irreverência, movidos por uma atitude de paixão, fome e sede. Foi para que tivéssemos liberdade de chegar junto ao Pai, que Jesus entregou sua vida, rasgou o véu e permitiu que adentrássemos ao Santo dos Santos. Para que buscássemos uma vida de santidade, consagração e intimidade, cientes de que se errarmos, seu sangue nos purifica de todo pecado.
“...Quero ser a prova viva da Tua existência e quero descobrir os Teus mistérios que ninguém jamais pensou poder ouvir. Senhor, eu quero ter a vida que agrada e alegra o Teu coração. Senhor, eu quero Ser a geração que tem o coração disposto a responder.. EIS-ME AQUI!”

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